Quase sempre me encontro no mesmo lugar: aqui, perdida entre o início de um jorro de frases que se encaixam perfeitamente formando sentido algum e no fim de palavra alguma.
São meus delírios, minhas paixões, meus devaneios, meus sonhos, minha realidade, minhas contradições, a minha saudade, o meu amor. É o meu cárcere.
Sou eu.

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