Em certos momentos é lamentável a rapidez com a qual o tempo passa. Na verdade o que é realmente lamentável é a falta do botão “pause” no tempo, pois seria uma opção bastante conveniente para momentos especiais. Com o tempo imóvel e a vida em movimento, aqueles beijos, aqueles abraços e aqueles sorrisos seriam - fisicamente falando - eternizados, pois na alma, no coração e no emocional todos eles já são possuidores do selo eternos.
“Fique”, insisto, ciente de possivelmente estar sendo inconveniente. Mas não acredito que meu desejo se estar ao seu lado seja errado, ou mesmo que nos atrapalhe. […] mas já está tarde e alguém tem de ir. A família, as obrigações e as situações corriqueiras nos forçam - indiretamente - a partir.
Mas, apesar dessa necessidade, eu sorrio. Não por estarmos nos afastando fisicamente, mas por saber que você voltará. Ou que eu voltarei. Mas que nos encontraremos de novo, de novo, de novo…

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