Mais um dia, não mais


Um dia que seria mais um dia. Mais um dia comum por falta de ousadia. 
Mas não foi, porque sempre ousamos mais um beijo, mais um sorriso, mais um lugar, mais um abraço, mais uma brincadeira, mais uma palavra, menos uma palavra.
Ousamos tudo, com a condição de que esse “tudo” seja apenas nosso. Pois o que é nosso é único. 
Transformamos qualquer coisa em amor, em melodia. Será isso comum? Estou certa que não.

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