Quando tudo se mostra monocromático, a vontade ou o chamado emergencial é de apenas retratar, transcrever, sem entender, sem vaidade, sem pretensão. Sem maldade. Um par de olhos, duas mãos. A mente oscilando entre a energia e a tecla pause invisível. Os astros girando lá em cima, como as pessoas no encalço das próprias pegadas deixadas para trás, girando em torno de si como sendo de total ignorância sobre o que é ser.
Tudo monocromático.

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